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Escrito por vocabpol em 03042014 Categorias: 

Agência Transitiva / A. Barsseres / A. Mesquita / B. Lemos / B. Silva / C. Cotrim / C. Ribas / D. Mattos / D. Marcos / E. Rocha / G. Vasconcelos / G. Kunsch / I. Ferreira / I. Nin / J. Dorneles / J. Ruiz / L. Lima / M. Leisner / P. Mendes / R. Soifer / R. Nunes / S. Uchoa

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L. Andrade / R. BasbaumT. Roque

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Agência Transitiva / A Agência Transitiva surgiu em janeiro de 2013 como um espaço-veículo para estudos e ações não convencionais em arte, política e história das ideias. Nós somos uma composição de tipos móveis. Nós nos amassamos lateralmente. Nós conjugamos verbos no presente e no futuro. Nós coletamos. Nós nos apropriamos. Nós intercedemos. Nós não reclamamos. Nós cozinhamos. Nós não estamos sozinhos. Nós temos inimigos. Facilitamos serviços de tradução, abordagens, convivências e reações em cadeia. Aceitamos trocas.

André Basséres / André de Castro Sanchez Basséres, nascido em 7 de Dezembro de 1981, estudou história na Universidade Federal Fluminense, se formando em 2007. Frequentou também a graduação de filosofia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mesma instituição onde realizou seu mestrado em filosofia, concluindo-o em Junho de 2012, e onde cursa atualmente seu doutorado em filosofia. Faz parte do grupo de educação popular – GEP – que atua no morro da Providência com um curso de alfabetização de adultos e um pré-vestibular comunitário, em algumas ocupações semteto como a Chiquinha Gonzaga e em outros lugares. É professor de história e filosofia na Escola Alemã Corcovado. Realiza cursos livres e grupos de estudo em filosofia e história.

André Mesquita / Pesquisador das relações entre arte, política e ativismo. Doutor em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo com a tese Mapas Dissidentes: Proposições Sobre um Mundo em Crise (1960-2010). É autor do livro Insurgências Poéticas: Arte Ativista e Ação Coletiva (Annablume/Fapesp, 2011). Membro da Red Conceptualismos del Sur.

Beatriz Lemos / Licenciada em História da Arte pela UERJ e mestra em História Social da Cultura PUC-RJ. Dedica-se à curadoria e pesquisa voltada para as artes visuais contemporâneas e seus desdobramentos em redes. Integra a equipe de coordenação do Programa de Residência Terra UNA, em Minas Gerais, e articula projetos de intercâmbios entre cenas de arte na América Latina, participando de residências e idealizando exposições no Brasil e exterior. É editora do selo de publicações de arte Recortes, co-editora da Revista de Arte Elástica e idealizadora do projeto Lastro – Intercâmbios Livres em Arte. Atua como professora em cursos livres de arte e curadoria.

Breno Silva / Artista visual, arquiteto e urbanista, professor em escolas de arquitetura. Realiza trabalhos colaborativos em artes promovendo situações urbanas experimentais como Lotes Vagos: Ação Coletiva de Ocupação Experimental (2005 – B.H., 2008-Fortaleza); vídeos como Infra-arquitetura # 0 (2010); participa de exposições como Panorama da Arte Brasileira – Itinerâncias Itinerários – MAM-SP (2011-SP) e O Abrigo e o Terreno – MAR (2013-RJ); ministra cursos livres e workshops sobre outras perspectivas de usos para as cidades como Espacialidad de la experiência (2012 – México D.F.); participa de palestras, debates e publicações sobre ocupações urbanas experimentais. Coordena a plataforma a.e.t. [ativador de espacialidades temporárias] ativador.orgAtivador de Espacialidades Temporárias. Doutorando em Processos urbanos contemporâneos – PPGAU-UFBA.

Cecília Cotrim / Doutora em História da Arte pela Université de Paris I – Panthéon-Sorbonne (1996). Trabalha com pesquisa em história da arte contemporânea.

Daniela Mattos / Artista e curadora independente. Desenvolve sua produção em artes visuais desde o início dos anos 2000 com enfoque nos campos da performance, fotografia, videoarte e escrita de artista. Doutora pelo Núcleo de Estudos da Subjetividade, PEPG/PC-PUC-SP (2013) e Mestre em Linguagens Visuais pelo PPGAV/EBA-UFRJ (2007). Participou de diversas exposições, mostras de vídeo e publicações, no Brasil e no exterior. Suas obras já foram exibidas em eventos como: 7ª Bienal do Mercosul (Radiovisual, Porto Alegre, 2009), Video links Brazil: an anthology of Brazilian video art (Tate Modern, Londres, 2007) e Conversations (Galeria Skuc, Ljubliana, 2006). Como curadora e co-curadora se destacam os seguintes projetos: A Performance da Curadoria (Paço das Artes, 2011), Performati(vídeo)dade (Festival de Performance Arte Brasil – MAM-RJ, 2011 / CineLage – EAV-Parque Lage, Rio de Janeiro, 2009), Jardim das delícias: performance em questão (Galeria do Lago/Museu da República, Rio de Janeiro, 2006-2007) e agentedupla:// vídeos_brasileiros (Museo de Arte y Diseño Contemporâneo, San José, Costa Rica, 2003). Nos últimos dez anos desenvolve trabalhos na área da educação formal e não-formal. Foi professora no Instituto de Artes da UERJ (2005), na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (entre 2006 e 2011) e em cursos livres da rede SESC, no Rio de Janeiro e em São Paulo (2008-2009). Foi Consultora em Arte-Educação junto ao Programa Educativo do CCBB-RJ (2009-2010). Mais informações e documentação acerca de sua obra encontram-se no site danielamattos.com.

Davi Marcos / Fotógrafo e videomaker. Formado pela Escola de Fotógrafos Populares em 2006, participou de exposições na Grécia, no México, no Espaço Sérgio Porto, no Instituto Pretos Novos, no colégio Pedro II, Parque Lage, Palácio do Planalto, CCBB – Rio, Caixa Cultural – Rio, SESC – Rio, Canning House (Londres), e teve fotos publicadas em várias revistas e jornais. Trabalhou no longa-metragem 5X Favela, ajudando na elaboração do roteiro e também como fotógrafo still. Foi instrutor de fotografia do projeto Memórias do PAC em Manguinhos, do Projeto Rebelião Cultural nos presídios de Bangu 2, 3, 4 e Talavera Bruce, assim como no Degase. Trabalhos que originaram a exposição Sonhos Velados, na Casa de Cultura Laura Alvim. Atualmente é graduando em comunicação na UFRJ e fotógrafo institucional do Observatório de Favelas.

Enrico Rocha / Artista e educador. Mestre em Linguagens Visuais pela UFRJ e bacharel em Comunicação Social pela UFC. Entre 2010 e 2012, coordenou o Programa de Pesquisa do Centro de Artes Visuais de Fortaleza, parceria entre a Prefeitura de Fortaleza e o Centro Cultural Banco do Nordeste. No início de sua trajetória artística, participou do Núcleo de Artes Visuais do Alpendre – casa de arte e produção e foi premiado como artista contemplado no programa Rumos Itaú Artes Visuais 2001/2003. Destaca a apresentação individual dos projetos “Perguntas Ordinárias em Percursos Existenciais”, em 2006, e “Onde Aqui se Localiza”, em 2008. Vive e trabalha em Fortaleza.

Giseli Corrêa Vasconcelos / Paraense, graduada em Artes pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp-IA), concebeu e produziu festivais, oficinas, encontros e workshops tais como Mídia Tática Brasil (N5M -2003 ), Digitofagia (MIS/SP – 2004), Autolabs (ZL SP 2004). É co-organizadora juntamente com o teórico Ricardo Rosas (Rizoma.net) da publicação Net_Cultura 1.0: DIGITOFAGIA (2008), financiado pelo programa internacional Sarai Waag Exchange Platform e editado pela Radical Livros. Na cidade de Belém (PA), realizou ações de rua pela Rede [aparelho]-: (2005-10), além de produzir a edição norte do festival arte.mov 2010 e do programa Networked Hacklab (2011-12). Organiza desde 2012 a publicação Dossiê: Por uma cartografia crítica da Amazônia, documentação sobre o referencial cultural, político e conflituoso da região. Reside entre Estados Unidos e Brasil.

Graziela Kunsch / 1979, São Paulo, Brasil – Vive em São Paulo. Artista, editora, crítica, curadora e professora. Os projetos de Graziela Kunsch frequentemente implicam em um alargamento do chamado “público da arte”, relacionando-se com contextos políticos e sociais. Dentro do contexto da arte, ela costuma dar respostas críticas a certos modos de funcionamento das instituições. No ano passado, deixou desligada a sala de projeção dos seus vídeos na exposição O Abrigo e o Terreno (MAR Museu de Arte do Rio), ligando a projeção somente às terças, dia de visitação gratuita ao museu. Cocuradora dos projetos Arte e esfera pública e Esboço para novas culturas: projetos de cidades em debate e curadora da mostra CINEMA PERIGOSO DIVINO MARAVILHOSO. Doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais na ECA-USP e membro do grupo História da Experimentação no Cinema e na Crítica. Integrante do coletivo USINA e colaboradora do Movimento Passe Livre e do site TarifaZero.org. Editora da revista Urbânia. Website: naocaber.org

Isabel Ferreira / Concebeu o projeto ComPosições Políticas que integrou o Festival Panorama por dois anos e que continua na Casa Nuvem, no Rio de Janeiro através das atividades do Atelier de Dissidências Criativas e outros projetos. É produtora cultural, tendo concebido e gerido diversos projetos na área de performance, dança e artes visuais. Com formação em historia da arte, é pesquisadora e arte ativista.

Juliana Leal Dorneles / Porto Alegre, 1975. Instrutora de equitação, clown e doutora em psicologia clínica (PUC-SP). Atua dando aulas de equitação e treinando cavalos na praia da Guarda do Embaú/SC. Pesquisa comicidade, pós pornografia e os exageros cênicos da vida.

Julia Ruiz di Giovanni / Doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (2013). Formada em Comunicação Social pela Fundação Armando Álvares Penteado (2002), concluiu o mestrado Antropologia Social também na Universidade de São Paulo (2007). Autora do livro Artes do Impossível protesto de rua no movimento antiglobalização (Annablume/Fapesp, 2013), realiza desde o mestrado pesquisas sobre práticas de ativismo, enfocando as qualidades processuais, poéticas e performáticas dos processos de organização e da ação política. Integra atualmente o Coletivo ASA – Artes Saberes e Antropologia e desenvolve um projeto de pós-doutorado sobre os saberes do corpo, dedicado a um diálogo crítico entre os estudos da performance, as antropologias do ritual e experiências de artistas e ativistas contemporâneos.

Laura Lima / Graduada em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Entre 1991-1994 estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro. Participa de inúmeras exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais. Tem obras nas coleções do Inhotim Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho, MG e do MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo. É uma das diretoras da Galeria A Gentil Carioca, no Rio de Janeiro.

Luis Andrade / Nasceu em Fortaleza (CE), em 1967. Artista hipermídia, é mestre em Linguagens Visuais pela EBA/UFRJ, 2000. Graduação em Artes Cênicas, EBA/UFRJ, 1996, e Comunicação Visual, PUC/RJ, 1986-1988 (incompleto). Cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ, 1987, e na Scuola Europea di Teatro e Cinema, Milão, 1988, onde residiu por dois anos. Membro integrante das associações de artistas Atrocidades Maravilhosas e RRadial. Professor do Instituto de Artes Plásticas da UERJ. Editor da revista Concinnitas Virtual / UERJ e membro do comitê editorial da revista Global para a América Latina – uma publicação da Rede Universidade Nômade e CIEC/UFRJ. Além de professor e coordenador editorial, tem publicado vários textos em revistas especializadas, no Brasil e no exterior, e é autor dos livros/CDs À[barrockbeat] (Rio, editora do autor, 2004), À (Rio, editora do autor, 2000) e Love’s House (Rio, editora Casa da Palavra, 2002). Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Margit Leisner / Nasceu em Curitiba, 1971. Estudou Artes Visuais, com aprofundamento em Performance Arte, na F + F Schule für Kunst und Mediendesign Zürich. Como performer e organizadora, integrou a iniciativa PerformancePoolZürich. Entre 1999-2000 realizou o inventário do Arquivo de Performance Arte Schwarze Lade/Black Kit, Seedamm Kulturzentrum. Desde então é interessada, entre outros, em contextos relacionados à cultura da performance e as suas possibilidades como sistema aberto no campo das artes. As práticas curatoriais são elemento chave em seu trabalho.

Michel Zózimo / É professor de artes visuais e desenvolve doutorado em poéticas visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Em 2013 participou da 9 Bienal do Mercosul, do Salão Paranaense e do Festival Vídeo Brasil. Nesse mesmo ano, publicou o livro “Assim que for editado, lhe envio”, publicação contemplada pelo Edital Conexões Artes Visuais/Funarte. Em 2012, participou de residência artística no Hangar, Barcelona, pelo prêmio do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo. Realizou exposições na Temporada de Projetos do Paço das Artes, São Paulo, 2012; Rumos Artes Visuais, Itaú Cultural, São Paulo, Rio de Janeiro, 2011- 2013; Futuro do pretérito, galeria Mendes Wood DM, São Paulo, 2011. Em 2011 foi selecionado entre os 30 finalistas do prêmio Marcantonio Vilaça, 2011-2012 e participou da 3a Codex International Book Fair & Symposium Borders and Collaborations, The Codex Foundation, São Francisco, EUA. Em 2010, publicou o livro Estratégias expansivas da arte: publicações de artistas e seus espaços moventes, recebendo o prêmio Bolsa de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais pela Funarte.

Pedro B. Mendes / Faz parte da Rede Universidade Nômade, na qual ajuda a editar as revistas Lugar Comum e Global Brasil, e do coletivo de comunicação DasLutas, com o qual mantém um blog. É formado em Ciências Sociais e atualmente faz doutorado em Ciência da Informação junto ao IBICT, onde realiza pesquisa sobre formação autônoma nos novos movimentos sociais da multidão. Além disso, participa de projetos de cartografia afetiva em comunidades e favelas do Rio de Janeiro e em aldeias indígenas tupinambás do sul da Bahia.

Raphi Soifer / Nasceu e se criou nos Estados Unidos, mas está se recuperando aos poucos. Veio para o Rio de Janeiro em 2002 para estagiar no Centro do Teatro do Oprimido, e é radicalizado no Brasil desde 2007. Raphi é performer e pesquisador cujo trabalho tem como foco a vida social e política das ruas, as estéticas de poder, a memória incorporada e a interatividade urbana. Suas performances incluem Cada um no seu quadrado; A morte super-divertida do Zé Carioca e Pesquisas lapianas: Pomba-giras, explorações da crescente privatização e militarização do espaço público carioca. É colaborador do Bloco Livre Rec!clato e do Teatro de Operações, além de co-fundador do Museu de Colagens Urbanas. É bacharel pela Yale University (EUA) em Artes Cênicas e Antropologia, mestre pela Universidade Federal Fluminense em Ciências da Arte, e atualmente é doutorando em Planejamento Urbano no IPPUR/UFRJ.

Ricardo Basbaum / Vive e trabalha Rio de Janeiro. É artista, curador e crítico. Investiga a arte como dispositivo e plataforma para articulação da experiência sensorial, sociabilidade e linguagem. Desde os anos 1980 tem desenvolvido um vocabulário específico para seu trabalho, aplicado de modo particular a cada novo projeto. Seu trabalho foi recentemente incluído em Something in Space Escapes our Attempts at Surveying (Kunstverein Stuttgart, 2014), 30º Bienal de São Paulo (2012), Garden of Learning (Busan, 2012) e Counter-Production (Generali, Viena, 2012), entre outros eventos. Participou da documenta 12 (2007). Projetos individuais recentes incluem re-projecting (london) (The Showroom, Londres, 2013) e conjs., re-bancos*: exercícios&conversas (Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, 2011). Uma antologia de seus diagramas foi apresentada no Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela (diagrams, 2013). Autor de Manual do artista-etc (Azougue, 2013), Ouvido de corpo, ouvido de grupo (Universidade Nacional de Córdoba, 2010) e Além da pureza visual (Zouk, 2007). Contribuiu com Materialität der Diagramme – Kunst und Theorie (Ed. Susanne Leeb, b_books, 2012). Professor do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Trabalhou como Professor Visitante da Universidade de Chicago entre outubro e dezembro de 2013.

Rodrigo Guimarães Nunes / Rodrigo Nunes é professor do departamento de Filosofia da PUC-Rio. É PhD pela Universidade de Londres e fez pós-doutorado na PUCRS. Foi editor da revista Turbulence e coordenador do grupo de pesquisas CNPq Materialismos. Colaborador em diversas publicações nacionais e internacionais nas áreas de filosofia, política e arte, atuando também como tradutor. Como curador, organizou o ciclo de filmes e debates ‘Stronger are the powers of the people’: Politics, poetics and popular education in Brazilian cinema, 1962-1979, apresentado em Londres, Berlim, Viena e Maastricht. Como organizador e educador popular, tem participado de diversas iniciativas políticas, entre as quais as primeiras edições do Fórum Social Mundial e a campanha Justice for Cleaners (Londres). Entre suas publicações mais recentes, estão um texto e um dossiê sobre a conjuntura brasileira pós-junho de 2013 para a revista francesa Les Temps Modernes e o livro Organisation of the Organisationless: Collective Action After Networks (Londres, 2014: Mute), que busca elaborar uma teoria da organização política adequada à realidade dos movimentos sociais que têm aparecido no mundo nos últimos anos.

Tatiana Roque / Professora da UFRJ, trabalha com História e Filosofia da Ciência.

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